Em sua nova coluna na revista Você RH, Pamela Manfrin parte de uma situação vivida no universo da alimentação corporativa para refletir sobre um dos principais desafios dos gestores atuais: liderar pessoas que atribuem diferentes significados ao trabalho.
Imagine uma cozinha corporativa formada por profissionais de diferentes gerações.
Um deles acredita que uma boa refeição depende de técnicas aperfeiçoadas durante décadas e de uma qualidade capaz de resistir ao tempo. Outro prioriza a organização, a produtividade e a eficiência da operação.
Há também quem observe o cardápio pensando no impacto nutricional e no cuidado com a saúde das pessoas. Ao mesmo tempo, o profissional mais jovem acompanha novas tendências, questiona processos e busca uma experiência mais inovadora.
Todos trabalham para alcançar o mesmo objetivo: servir bem.
Mas será que todos entendem excelência da mesma maneira?
Quando as diferenças vão além do cardápio
A cena poderia acontecer em diferentes restaurantes corporativos. No entanto, ela também representa uma realidade presente em organizações de todos os setores.
Profissionais podem compartilhar o mesmo ambiente, participar do mesmo projeto e buscar o mesmo resultado, enquanto possuem percepções muito diferentes sobre produtividade, comprometimento, carreira, feedback e pertencimento.
Isso acontece porque cada geração foi formada por acontecimentos históricos, transformações sociais, crises econômicas e avanços tecnológicos distintos.
A maneira como cada pessoa se relaciona com o trabalho não foi construída apenas por sua idade. Ela também carrega marcas da época em que essa pessoa cresceu, iniciou sua carreira e aprendeu o que significava ser um bom profissional.
É justamente nesse ponto que começa o novo artigo de Pamela Manfrin, CEO da Apetit e colunista da revista Você RH.
Liderar pessoas que falam diferentes idiomas
Na coluna, Pamela propõe uma reflexão que vai além dos estereótipos normalmente associados às gerações.
O desafio não está apenas em reconhecer que profissionais mais experientes e mais jovens podem pensar de maneiras diferentes. Está em compreender como essas diferenças interferem nas decisões, nas relações e na construção da cultura organizacional.
Aquilo que um profissional interpreta como segurança pode parecer controle para outro. A forma de reconhecimento que motiva uma pessoa pode ser insuficiente ou excessiva para outra. Até mesmo conceitos aparentemente objetivos, como produtividade e comprometimento, podem assumir significados diferentes dentro da mesma equipe.
Pensando em tudo isso, diante desse cenário, qual deve ser o papel do gestor? Ele deve estabelecer uma única forma correta de trabalhar? Adaptar-se completamente a cada geração? Ou aprender a traduzir expectativas para construir uma equipe capaz de utilizar essas diferenças como força?
Uma reflexão para gestores e profissionais de RH
A convivência entre diferentes gerações não precisa ser tratada como um problema a ser solucionado.
Quando existe espaço para diálogo, profissionais com diferentes experiências podem complementar conhecimentos, questionar práticas, preservar aprendizados e construir novas possibilidades.
Mas transformar essa diversidade em potência exige mais do que reunir pessoas de várias idades dentro da mesma empresa.
Exige uma liderança capaz de ouvir diferentes perspectivas e reconhecer que a sua própria forma de trabalhar também foi moldada por uma época.
Em seu novo artigo na Você RH, Pamela Manfrin aprofunda essa discussão e apresenta uma provocação importante para quem lidera pessoas:
Quantos idiomas um gestor precisa aprender a falar para que diferentes gerações consigam construir algo juntas?
Leia a nova coluna de Pamela Manfrin na Você RH
O que a experiência de uma cozinha corporativa pode ensinar sobre liderança, cultura e convivência entre gerações? E como um gestor pode deixar de apenas administrar diferenças para transformá-las em valor para a organização?
Leia o artigo completo “Como ser gestor com cinco gerações sob o mesmo teto da empresa?” na coluna de Pamela Manfrin na revista Você RH.
Na Apetit, acreditamos que o restaurante corporativo vai além do momento da refeição. Ele é um ambiente de encontro entre pessoas de diferentes áreas, funções, histórias e gerações.
É também nesse espaço que a cultura da empresa se manifesta diariamente, por meio do cuidado, da convivência e da experiência oferecida aos colaboradores.
Acesse a coluna completa e conheça a reflexão de Pamela Manfrin sobre o papel da liderança na construção de equipes verdadeiramente multigeracionais.
Quer transformar o restaurante corporativo da sua empresa em um espaço de cuidado, pertencimento e valorização das pessoas? Conheça as soluções personalizadas da Apetit e fale com um de nossos especialistas.
Fernanda Circhia | Comunicação & Marketing Apetit





