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Um mês só pra elas!

Dedicadas, inteligentes, seguras e confiantes para desempenhar seus diversos papéis na sociedade atual, as mulheres vêm ganhando destaque e visibilidade em seus diversos campos de atuação. Elas são mães, esposas, filhas, profissionais de liderança que lutam diariamente para superar obstáculos e preconceitos arcaicos.

 

Para se ter uma ideia foi somente em 1862, durante as eleições municipais, que as mulheres puderam votar pela primeira vez. Em 1870, na França, elas passaram a ter acesso aos cursos de Medicina nas Universidades.

 

Após a Segunda Guerra Mundial, em 1945, a igualdade de direitos entre homens e mulheres foi reconhecida em documento internacional, através da Carta das Nações Unidas e, em 1974, Isabel Perón tornou-se a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente, na Argentina.

 

Na Grécia Antiga, berço dos Jogos Olímpicos, as mulheres não podiam participar das competições, na verdade, elas não podiam sequer assistir. Existia uma lenda que descrevia que o corpo feminino, sensível demais, padeceria sob esforço.

 

Hoje, muita coisa mudou e, com isso, o ‘acúmulo’ de tantas funções vem sobrecarregando o dia a dia delas, e, que acabam esquecendo um pouco de si mesmas, principalmente de sua saúde. Afinal com tantas funções e responsabilidades é bem difícil encontrar um tempo vago.

 

Para repor todas essas energias é recomendada às mulheres a práticas de exercícios físicos regulares e a adoção de hábitos alimentares saudáveis. Por exemplo, uma hora de exercício aeróbico por semana chega a reduzir em 26% o risco de entupimentos nas artérias. Quem pratica duas horas e meia de caminhada em passos rápidos com essa frequência encararia uma probabilidade 35% menor de sofrer do coração.

 

Ainda pode-se acrescentar que a atividade física pode ajudar a amenizar cólicas menstruais e sintomas de tensão pré-menstrual, a TPM, principalmente por causa da liberação de endorfina, que funciona como um analgésico natural.

 

Sobre elas: 

  • Na Rússia existem 9 milhões de mulheres a mais que homens.
  • 14% dos militares americanos são mulheres. Enquanto em 1950 apenas 2% dos membros das forças armadas eram mulheres.
  • Mulheres vivem, em média, 8 anos a mais que os homens. O principal fator que contribui para que isto é o cuidado maior que elas têm com a própria saúde.
  • A memória das mulheres é muito mais aguçada que a masculina.
  • O coração das mulheres bate mais rápido que o dos homens.
  • O primeiro país da Era Moderna a garantir o direito de voto às mulheres foi a Nova Zelândia, em 1893.
  • Cerca de 70% das mães com filhos menores de 18 anos trabalham. Em 1975, esse número não chegava aos 47%.
  • Os dois maiores QIs já registrados pertencem a mulheres. O maior deles é da colunista e escritora americana Marilyn vos Savant, que entrou para o Livro dos Recordes com seu QI de 228 pontos.